07/05/2021 às 14h47min - Atualizada em 07/05/2021 às 14h47min

A NEUROCIÊNCIA COMPROVOU - os animais têm consciência

Estudo Científico

Estudo e dedico-me à proteção dos animais à luz de palestras educativas e artigos publicados em ótimos jornais como o Atanews que me concede espaço para esse fim.   Na verdade, desde criança sempre gostei deles, assim como minha esposa que também ama e protege os animais. É de família esse legado de amor.   E motivado, estudo,  retifico alguns conceitos e isso faz parte de quem aprende e tem como meta conhecer para evoluir.    Ancorado nessas iniciais palavras, há um assunto que preciso e sempre precisarei insistir: trata-se  da senciência  dos animais.  À primeira vista, pode parecer algo absurdo, exagero de minha parte, mas, estou embasado para afirmar convictamente que eles têm consciência, consequentemente, emoções e sentimentos como todos nós.

Durante séculos os animais foram vistos como seres desprezíveis, inferiores, para atender aos nossos caprichos e até alimentação.  Suas vidas nunca foram respeitadas, essa é a verdade.  Inclusive, René Descartes, proeminente filósofo francês (séculos XVI e XVII) sempre defendeu a tese que eles poderiam ser utilizados  como cobaias em experiências científicas, pois "não sentiam dor".  Que absurdo!

 Como um homem inteligente, exatamente aquele que cunhou a famosa frase - penso, logo existo, poderia pensar de forma tão rasa, aviltante  e superficial, subestimando os indefesos animais?
Como ele chegou a essa ensandecida decisão?   Quanta prepotência e vaidade!

A PARTIR DE 2012 OUTRA REALIDADE  - a neurociência descortinou a verdade

 O tempo passou e somente a partir de 2012, tudo se modificou, quando um grupo de neurocientistas  capitaneados pelo
dr. Philip Low, docente da Universidade Stanford e pesquisador do MIT - Massachussets Institute of  Technology,  resolveu estudar o cérebro de mamíferos e, posteriormente, de peixes, anfíbios, aves, etc.  E a conclusão foi surpreendente:  cientistas antes acreditavam que os animais por não possuírem o córtex cerebral, jamais poderiam ter consciência.  No entanto, os estudos comprovaram que havia erro de entendimento.  Não é o córtex cerebral o responsável por essas peculiaridades, mas, todo o escopo cerebral.  Isso comprovou que os animais possuem sim, consciência, tendo sentimentos e emoções, possuindo os substratos neuroanatômicos, neuroquímicos e neurofisiológicos, responsáveis por essas propriedades.

Em síntese, ouso afirmar que não há mais dúvidas sobre o alusivo assunto.  Quem quiser conferir o que afirmo, por favor, pesquise - Declaração de Cambridge - Philip Low e  estou pronto para sanar dúvidas.
 
PINGANDO CONHECIMENTO JURÍDICO

Artigo 225, Constituição Federal/1988, § 1º/VII

Proteger a fauna e a flora, vedadas na forma da lei
as práticas que coloquem em risco sua função ecológica,
provoquem a extinção das espécies ou SUBMETAM
ANIMAIS À CRUELDADE - crime!!! 

Gilberto Pinheiro é jornalista (24287/DRT-RJ),
ex-articulista do site da Amaerj - Associação dos Magistrados
do Estado do Rio de Janeiro em 2016, escrevendo sobre o tema
e também ex-consultor da Comissão de Proteção e Defesa dos Animais
da Ordem dos Advogados do Brasil, seccional RJ.  Desenvolvi trabalho
alusivo à questão, na Universidade Cândido Mendes, apresentando
trabalho de entrevistas via web rádio e inúmeras palestras .


E-mail :  gilberto_pinheir[email protected]
  
"E conhecereis a verdade e a verdade vos libertará"
João 8:32
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Gilberto Pinheiro

Gilberto Pinheiro

Amigos dos animais. Somos o coração, a alma, a voz dos animais. Comissão de Proteção e Defesa dos Animais da Ordem dos Advogados do Brasil.

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