22/05/2019 às 11h42min - Atualizada em 22/05/2019 às 11h42min

Por que investir no Tesouro Direto é um bom negócio?

Lucas Almeida
Assessoria de Imprensa, Gear SEO
Escolher um investimento não é tarefa fácil, principalmente para quem não possui muita experiência no mercado financeiro. Nesses casos, é preciso, antes de tudo, compreender qual perfil de investidor se tem e quais objetivos se espera alcançar com os rendimentos.
 
Assim, fica mais simples optar por uma aplicação. Em todo caso, para quem ainda está dando os primeiros passos no mundo dos investimentos, os títulos de renda fixa são os mais indicados.
 
Isso porque, possuem rentabilidade calculada mais facilmente e podem ser acompanhados sem o apoio de um gestor especializado, por serem de baixa complexidade.
 
Mas, dentre as aplicações disponíveis, como escolher  o título que mais se adequa? Uma dica valiosa é optar pelo Tesouro Direto, que vem ganhando destaque entre os brasileiros — e com todo merecimento.

Antes de tudo, o que é o Tesouro Direto?

Trata-se de um título de renda fixa de caráter público, ou seja, é emitido pelo Tesouro Nacional, junto à STN (Secretaria de Tesouro Nacional). Assim como os títulos privados, funciona como um empréstimo para que o Governo financie projetos públicos.
 
É uma forma bastante comum de arrecadação, que impacta positivamente na educação, na saúde e no setor de infraestrutura do país. Esse empréstimo é feito na B3 (antiga BM&FBovespa) e, ao fim da aplicação, o valor é devolvido com uma taxa de juros, que marca a rentabilidade do título.
 
Os títulos públicos possuem três categorizações, que diferenciam como os rendimentos são calculados:
 
  • prefixados: o retorno desse investimento é definido por uma porcentagem fixa no momento da aquisição do título. Esse valor não é modificado em nenhum momento;
  • pós-fixados: a rentabilidade da aplicação acompanha a performance de um índice de referência (Selic ou IPCA, por exemplo) e, embora varie durante a aplicação, é sempre possível acompanhá-la,
  • híbridos: o rendimento é calculado pela união das duas categorias anteriores. Por ter uma parte pós-fixada, não dá para conhecer o retorno logo de início, como nos prefixados.
 
Cada uma dessas classificações é destinada a momentos de vida e perfis específicos. Todas com as próprias vantagens e, por isso, é preciso pesquisar qual delas melhor se adequa à estratégia de cada investidor.

Vantagens do Tesouro Direto?

Como todo investimento de renda fixa, segurança é o ponto principal. Mas especificamente para os títulos públicos do Tesouro, este é um fator que merece ainda mais destaque. Isso porque, são considerados os investimentos mais seguros do mercado, com quase zero risco de crédito.
 
Na prática, é preciso que o país declare falência para não cumprir com suas obrigações financeiras. Desse modo, não existe chance de o investidor não receber seus rendimentos.
 
Quanto ao risco de mercado, bastante comum em ativos da renda variável, também é próximo ao zero, por conta da fixação da rentabilidade. Mesmo quando se fala nos pós-fixados ou nos híbridos, que acompanham benchmarks, é preciso que o país quebre para se ter rendimento negativo.
 
Quanto ao risco de liquidez — que se origina da dificuldade de transformar um investimento em dinheiro em conta —, os títulos do Tesouro Direto também passam longe. Todos possuem alta liquidez, com D+1, ou seja, caso precise fazer um resgate antecipado, no dia seguinte terá o valor na conta corrente.

 Por que o Tesouro Direto vale a pena?

De forma simplificada, o Tesouro Direto é o investimento que melhor une rentabilidade atrativa com baixíssimo risco. Por esse motivo, é possível observar que a compra desse títulos apenas aumenta com o passar do tempo.
 
Um ponto interessante é que essas são aplicações procuradas não apenas por perfis conservadores — menos propensos a assumir riscos —, mas também por perfis mais arrojados, que necessitam de um investimento seguro para balancear uma carteira com ativos bastante voláteis.
 
Outro fator que merece atenção é que o Tesouro Direto foi criado especialmente para pequenos investidores. Desse modo, ele é um título bastante acessível e permite que qualquer um possa entrar no mercado financeiro — hoje, com apenas R$30 já é possível adquirir um papel.
 
Por fim, é importante lembrar-se apenas de encontrar, entre as opções disponíveis, o título que mais de adequa a cada um e começar a multiplicar o patrimônio!
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