23/03/2018 às 14h18min - Atualizada em 23/03/2018 às 14h18min

Birigui é premiado pela qualidade nas ações de controle a tuberculose e cobertura de testes de HIV

Assessoria de Imprensa
O município de Birigui foi premiado pelo governo estadual pela qualidade nas ações de controle da tuberculose e cobertura de testes de HIV realizado para casos de tuberculose durante o ano de 2017. O reconhecimento foi conferido pelo CVE (Centro de Vigilância Epidemiológica), órgão da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo.

O prêmio foi entregue na terça-feira, dia 20 de março, durante o Fórum Estadual de Tuberculose, realizado na capital paulista. Participaram o secretário municipal de Saúde, Gilmar Trecco Cavaca, e a diretora da Vigilância Epidemiológica, Mauricéia Gonçalves, além de representantes do Ministério da Saúde, especialistas e representantes de instituições de todo o estado.

“O sucesso das ações de controle de tuberculose e cobertura de testes de HIV é reflexo do bom trabalho executado pelos profissionais de todas as UBSs (Unidades Básicas de Saúde), unidades hospitalares e Vigilância Epidemiológica, que atuaram ativamente na prevenção, diagnóstico precoce e tratamento dos pacientes”, afirmou o secretário de Saúde.

CASOS

Conforme Mauricéia, em 2017 foram diagnosticados 23 casos novos de tuberculose no município. Onze estão curados e já receberam alta e 12 pacientes permanecem em tratamento. Neste ano, até o momento, foram diagnosticados cinco novos casos da doença, sendo que os pacientes também estão recebendo tratamento gratuito no departamento de Vigilância Epidemiológica. O tratamento é a base de medicamento que deve ser tomado durante seis meses. 

O exame de escarro para diagnóstico de tuberculose é realizado durante todo o ano nas dez UBSs (Unidades Básicas de Saúde). Quem está com tosse por mais de duas semanas deve procurar uma unidade. Além da tosse, os principais sintomas da doença são febre, perda de peso, fadiga, suor norturo,  dor no peito e nas costas, podendo apresentar também sangue no escarro. Para que tenha eficiência, o tratamento não pode ser interrompido, mesmo que os sintomas tenham desaparecido.

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