23/05/2026 às 19h55min - Atualizada em 23/05/2026 às 19h55min

"Conluio", por Nilton Moreira

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Nilton Moreira

Nilton Moreira

"Estrada iluminada! Servidor público, atuando como inspetor de polícia, em meio a tantas histórias e barbaridades, nunca perdi a fé!"

Aqui está o seu texto revisado apenas com as correções ortográficas, de pontuação e de concordância verbal, mantendo integralmente o seu estilo e mensagem:

Tudo o que foi criado por Deus está integrado. É verdade que muitas coisas não compreendemos ainda, isso em razão da fase evolutiva em que nos encontramos.

Ainda há poucos dias, numa palestra, dissemos que o homem é o único ser vivo que mata pelo simples prazer de matar. Isso é muito triste, e quem age assim acredita que tudo termina no túmulo, quando na realidade continuamos vivendo em outra dimensão. Morre apenas o corpo denso, pois o espírito é imortal!

Mas, ao longo dos anos, a gente vai adquirindo conhecimentos através do aprofundamento nos estudos, em conversas com pessoas mais evoluídas intelectualmente, pelas intuições que nos chegam através de espíritos mais adiantados, e, ao compilar todas as informações, deduzimos que muita da violência no mundo tem um ingrediente de impulsão, que é a influência que os desencarnados — isto é, pessoas que já estão no plano espiritual — promovem em nossa mente. São as chamadas obsessões.

Isso faz com que, ao nos dispormos a pensar em praticar maldades, atraiamos espíritos malignos que se comprazem com nossa intenção, o que aumenta o desejo da prática do que é errado, trazendo consequências desastrosas e dolorosas.

Não basta dedicarmos tempo apenas para aconselhar pessoas a não praticarem o mal, pois muitas delas não têm Jesus no coração. É preciso intensificar a atividade de esclarecimento também aos desencarnados, que são aquelas pessoas que eram maldosas na Terra quando estavam “vivas” e que agora, fora do corpo de carne, continuam influenciando a mente dos que continuam aqui.

É necessário que cada vez mais reuniões mediúnicas sérias aconteçam, a exemplo do passado, nas quais essa prática possibilitará esclarecer entidades do além. Só assim as obsessões também diminuirão e o mal regredirá.

Mas o maior responsável pela violência somos nós mesmos, que infelizmente pensamos na prática maldosa. Utilizamos o livre-arbítrio para atividades criminosas em conluio com espíritos trevosos, e assim sofremos as consequências. Ninguém é obrigado a praticar o mal.

Lembremos que os escândalos são necessários, mas ai daquele pelo qual vier o escândalo. (Lucas 17:1).

As opiniões expressas neste texto são de responsabilidade exclusiva do(a) colunista e não refletem, necessariamente, a posição editorial ou institucional do Portal de Notícias Atanews.
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