
"Estrada iluminada! Servidor público, atuando como inspetor de polícia, em meio a tantas histórias e barbaridades, nunca perdi a fé!"
Se Deus é a Inteligência Suprema, causa primeira de todas as coisas, isto para quem acredita na existência de um Deus único, temos aí uma definição do que muitos pensam sobre Deus!
Realmente, Deus não pode ser definido no estágio de adiantamento que estamos num planeta de categoria da Terra, por faltarem adjetivos para qualificá-lo.
Temos a sensação de que Ele efetivamente existe; o qual é onipotente, soberano e justo; eterno; imaterial. Onipotente, pois se existisse algo mais poderoso, já não seria absoluto. Soberano e justo, por tratar todos os filhos da mesma forma, dando oportunidade de evolução. É eterno, pois se assim não fosse, ficaria a lei instabilizada, e imaterial, pois se tivesse um corpo perecível a exemplo do nosso, estaria sujeito a doenças e por consequência morte.
Então, concluímos que Deus não se compara em nada conosco, mas somos sim “uma centelha divina projetada no mundo material”, segundo definição de Leon Denis.
Também por este motivo, Deus não pode ter mãe, pois ele não foi criado, afinal, Ele é o Criador.
Existem algumas orações compostas pelo homem ao longo do surgimento das religiões, adequadas a cada filosofia.
Para nós, o termo mãe de Deus não traduz a realidade, mas sim um tratamento carinhoso. Deus é Pai e nós todos somos seus filhos.
Temos sim Jesus, que também é filho de Deus e nosso irmão maior. Este que tem uma mãe chamada Maria, que todos sabem a história.
Então, para nós, Maria é mãe de Jesus e não de Deus, afinal Deus é a “inteligência suprema, causa primeira de todas as coisas” e Jesus é filho de Deus, assim como todos nós.
Apenas a oração Pai Nosso é que nos foi ensinada e foi por Jesus, as outras preces, orações, rezas, meditações, foram idealizadas algumas mediunicamente, outras criadas por inspiração humana, que são válidas e muitas também são belas.
Que Deus nos abençoe.
