20/03/2026 às 18h55min - Atualizada em 20/03/2026 às 18h55min

"Vigiai e Orai", por Nilton Moreira

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Nilton Moreira

Nilton Moreira

"Estrada iluminada! Servidor público, atuando como inspetor de polícia, em meio a tantas histórias e barbaridades, nunca perdi a fé!"

Quando Jesus esteve conosco num corpo físico, isso há 2000 anos, trouxe a mensagem do Evangelho. Disse falar para quem tivesse ouvidos de ouvir, ou seja, muitos ouviriam o que Ele estava dizendo, mas não compreenderiam. Até hoje, há pessoas que ouvem, mas não entendem.

Ele disse ser para vigiar e orar. Orar todo mundo tem consciência do que é, e praticamente todo espiritualista faz preces, orações, rezas, meditações regularmente. Pedimos mais do que agradecemos, é bem verdade, pois “somos eternos pedintes”, como sempre dizia uma amiga que era presidente de uma casa espírita que frequentávamos.

Não menos importante do que orar é o ato de vigiar. Mas o que quis dizer Jesus com o vigiai? Talvez para uns seja um simples comentário, mas é preciso nos aprofundarmos em reflexão, buscando um significado mais acurado.

Vigiar significa que, em razão de termos uma mente que expande pensamentos, os quais se tornam uma linguagem que está além do plano físico, isto é, atinge também a espiritualidade, pois o pensamento é a linguagem usada pelos espíritos, e nós somos espíritos temporariamente em um corpo carnal, e portanto, o que pensamos é captado pelos desencarnados também, devemos cuidar do que plasmamos fora da matéria.

Temos que zelar pela nossa casa mental, pois tudo que pensamos é visto no invisível! Daí, se vibrarmos negativamente, vamos atrair para junto de nós espíritos que também pensam na mesma faixa vibratória, o que acontecerá também se for ao contrário.

Quando atraímos os que se foram e que vibram na mesma faixa que nós e que são maldosos, ruins, vamos abrir portas para as obsessões, que vão de leves e até gravíssimas!

Existem as obsessões propriamente ditas, que são apenas influências iniciais, mas que podem evoluir para fascinação, subjugação e, num quadro bem mais deprimente, chegar à possessão.

Num outro momento comentaremos sobre as formas de obsessão, mas por agora ficamos apenas na importância que devemos dar ao vigiar nossos pensamentos e atitudes. Então, bora lá, “Vigiai e orai”!

As opiniões expressas neste texto são de responsabilidade exclusiva do(a) colunista e não refletem, necessariamente, a posição editorial ou institucional do Portal de Notícias Atanews.
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