"Red Bull não está mais na zona de conforto", diz chefe da Ferrari

Frederic Vasseur acredita que Ferrari e McLaren podem incomodar os austríacos ao longo do ano

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"Red Bull não está mais na zona de conforto", diz chefe da Ferrari
Foto: Divulgação
A vitória de Lando Norris no GP de Miami acendeu a esperança de mais equilíbrio na temporada 2024 da Fórmula 1. Com um ótimo ritmo após as atualizações do carro da McLaren, o piloto britânico aproveitou um Safety Car e abriu boa vantagem sobre o favorito Max Verstappen para comemorar seu primeiro triunfo na categoria.

Antes da vitória de Lando Norris na Flórida, a única escuderia que havia conseguido superar a Red Bull na temporada foi a Ferrari, quando Carlos Sainz venceu o GP da Austrália após o abandono do tricampeão mundial no início da prova.

Chefe da escuderia italiana, Frederic Vasseur admitiu que a Red Bull continua em vantagem, mas acredita que tanto a Ferrari quanto a McLaren podem incomodar ao longo do ano.

“Não fiquei surpreso [com o ritmo da McLaren]. Trouxeram um upgrade neste fim de semana. Se você olhar para as últimas corridas, eles sempre estiveram lá e na China o ritmo foi bom. Será assim até o final da temporada", afirmou.

“Honestamente, acho que a Red Bull ainda está à frente, provavelmente Max poderia ter vencido sem a história do Safety Car. Mas acho que nós –
a McLaren e nós, provavelmente – podemos incomodar um pouco a Red Bull. Então é mais uma questão de posição na pista ou algo assim, porque é muito difícil ultrapassar quando você está a apenas um ou dois décimos de distância – isso é ditado pela posição na pista".

Na opinião de Vasseur, já é possível observar uma mudança de cenário em relação ao domínio absoluto dos austríacos na temporada passada. O francês ressaltou que a pressão dos rivais tem tirado a Red Bull da sua zona de conforto.

"O que é verdade é que, em comparação com um ano atrás, quando conseguimos fazer um bom trabalho e colocar tudo junto, estamos lá. Isso significa que estamos colocando-os um pouco sob pressão, eles precisam ser um pouco mais agressivos com a estratégia", comentou Vasseur.

"Eles não estão mais na zona de conforto do ano passado, onde não importava o que acontecesse e, depois da segunda volta, eles estavam na frente", finalizou.

FONTE: Assessoria de imprensa
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