27/05/2019 às 13h25min - Atualizada em 27/05/2019 às 13h25min

Lá vem a noiva! Saiba como conquistar o futuro lar doce lar

CASAMENTO

Lucas Almeida
Assessoria de Imprensa, Gear SEO
Casar-se é uma grande mudança na vida de qualquer pessoa. Dentre todas as questões que esse momento envolve, decidir onde morar é uma das decisões mais complexas. Para a maioria que deseja conquistar a casa própria, o financiamento imobiliário pode ser a solução mais fácil e interessante.
 
Claro que muitos casais optam por alugar uma casa ou apartamento, enquanto outros não se importam em continuar na casa dos pais. Porém, a principal vantagem do financiamento é poder se mudar imediatamente e pagar por um bem que, no final, será seu patrimônio.
 
Para que isso aconteça sem problemas, antes de decidir financiar um imóvel, os recém casados devem analisar alguns fatores.

Nós nos vemos morando nesse local daqui alguns anos?

Alguns financiamentos podem durar até décadas, por isso é importante que o casal pense muito bem no imóvel em que está investindo.
 
Primeiro, avalie se esse imóvel atende seus planos para o futuro. Vamos supor: não adianta comprar um apartamento de um quarto para pagar em dez anos se vocês planejam ter filhos em dois anos.
 
Além disso, pense se vocês pretendem continuar morando naquela cidade e naquele bairro. Por exemplo, está estudando para um concurso em outro estado e há perspectivas ou ambição de se mudar? Talvez comprar não seja o melhor plano.
 
Se não há mudanças em vista, esse é um sinal positivo para financiar seu imóvel.

Vocês conseguiram juntar dinheiro para entrada?

Ter um valor para dar de entrada pode ajudar muito a baixar os valores das parcelas do financiamento ou o tempo para liquidar a dívida. Vale a pena fazer sacrifícios para guardar dinheiro antes de adquirir a casa própria.
 
Vamos imaginar a seguinte situação: você fez a simulação do financiamento e a proposta do banco é uma parcela de R$2 mil ao mês. Ao final do ano, o juros comeu uma boa parte desse valor, e dos R$24 mil pagos, foram abatidos da dívida apenas R$6 mil.
 
No entanto, é possível alugar o apartamento que você quer comprar por R$1 mil ao mês. Fazendo uma poupança com a diferença do aluguel em relação ao valor da parcela do financiamento, você economizaria R$12 mil ao ano — o dobro do que o descontado da dívida do financiamento.
 
A recomendação de alguns especialistas é de que a entrada represente pelo menos metade do valor do imóvel. Se o casal trabalha com carteira assinada, o valor do FGTS pode ajudar muito a garantir esse montante!

O momento econômico é favorável?

É claro que você, que pensa em adquirir um imóvel por meio de financiamento, já pesquisou as taxas de juros e comparou as condições de pagamento de diversos bancos.
 
Porém, além disso, é importante analisar a conjuntura. Se a economia do país vai bem e a oferta de crédito é maior, as taxas de juros tendem a ser menores. Isso favorece o comprador!
 
Ou seja, além de avaliar o que cada instituição financeira tem a oferecer, verifique se esse é o melhor momento. Tente não se deixar levar pelas emoções e pela ânsia de ter sua casa própria. Quem sabe esperar alguns anos seja a chave para economizar bastante dinheiro!

Leve a análise de crédito a sério — e vá além

A análise de crédito é importante não apenas para que os bancos se assegurem de que você conseguirá arcar com aquela dívida. Você também deve usá-la para saber que não está dando um salto maior que a perna.
 
Afinal, quem acabará estressado para conseguir fazer a parcela do financiamento encaixar no orçamento será você.
 
Por isso, mesmo que o banco libere um financiamento, vá além. Pense se sua renda mensal será suficiente para cobrir seus gastos mais a parcela. Analise também se haverá mudanças significativas em seu estilo de vida no decorrer dos próximos anos, por exemplo, com a chegada de um filho.

Comprar imóvel é sonho, financiamento é prática

Comprar um imóvel é uma ambição de boa parte da população, e pode valer muito a pena! Porém, arcar com um financiamento será um exercício mensal durante anos e até décadas.
 
Por isso, antes de assinar qualquer contrato, a recomendação é ter muito autoconhecimento e informação. Analise as perspectivas de vida com tranquilidade, a conjuntura econômica do país e a sua vida financeira de forma bem realista.
 
Caso a conclusão seja de que o casal está preparado para dar mais esse passo, pesquise as melhores condições e taxas. Os bancos têm perfis bastante diferentes, por isso o tempo investido aqui pode resultar em uma boa economia no decorrer do financiamento.
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