Homem que manteve ex-namorada refém na Zona Leste de SP morre após ser baleado em ação da PM

A ocorrência, investigada como cárcere privado e estupro, começou pela manhã desta sexta em Cidade Tiradentes; vítima de 17 anos foi resgatada e levada ao hospital.

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Homem que manteve ex-namorada refém na Zona Leste de SP morre após ser baleado em ação da PM
Agentes do Gate. — Foto: Reprodução/TV Globo

Um homem de 25 anos morreu após avançar contra policiais militares durante o atendimento a uma ocorrência de cárcere privado na manhã de sexta-feira (30), na Zona Leste de São Paulo. Ele manteve a ex-namorada, de 17 anos, refém em uma casa e a ameaçou com uma faca. A jovem foi resgatada e levada para um hospital.

Segundo a Polícia Militar, a ocorrência começou por volta das 8h30 em um imóvel na Rua Rio Claro, esquina com a Rua Taubaté, no bairro Recanto Alegre, região de Cidade Tiradentes. O homem mantinha a vítima sob ameaça com uma faca junto ao pescoço após o término do relacionamento.

Equipes da PM foram acionadas, isolaram a área e iniciaram as negociações. O Grupo de Ações Táticas Especiais (Gate) e o Corpo de Bombeiros também deram apoio à ocorrência. Durante as tratativas, os policiais conseguiram convencer o agressor a libertar a vítima.

De acordo com a PM, no momento em que soltou a jovem, o homem afirmou que avançaria contra os policiais, apresentando comportamento compatível com a dinâmica conhecida como “suicide by cop”, quando a pessoa provoca uma reação letal da polícia.

Em seguida, ele partiu para cima das equipes e foi baleado durante a intervenção policial.

A vítima foi levada ao Hospital São Mateus, também na Zona Leste. Já o agressor foi encaminhado ao Hospital Sapopemba, mas não resistiu aos ferimentos e morreu. Segundo a PM, ele tinha antecedente criminal por violência doméstica, com registro em maio de 2024, tendo como vítima a própria mãe.

O caso foi registrado pelo 49º Distrito Policial (São Mateus), que requisitou perícia no local. A ocorrência é investigada como cárcere privado e estupro, segundo a Secretaria da Segurança Pública (SSP).


FONTE: G1
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