05/11/2018 às 09h57min - Atualizada em 05/11/2018 às 09h57min

Secretaria de Saúde de Birigui divulga resultado do quarto índice de infestação do Aedes aegypti do ano

Assessoria de Imprensa
Foto: Divulgação
A Secretaria de Saúde de Birigui registrou índice de 2,3% no Liraa (Levantamento Rápido do Índice de Infestação por Aedes aegypti), realizado de 2 a 15 de outubro. Ao todo, foram vistoriados 2.337 imóveis, sendo encontrados 53 criadouros com larvas, entre eles, em vasos sanitários, ralos internos e externos, pratos de vasos, bebedouros de animais e pneus.

Esse é o quarto Liraa do ano feito pelo CCVZ (Centro de Controle de Vetores e Zoonoses). No primeiro, em janeiro, o índice foi de 10,2%. Na pesquisa de abril o índice caiu para 6,9% no. Já no terceiro levantamento, realizado em julho, o resultado foi 0,9%. O Ministério da Saúde preconiza que a porcentagem aceitável não deve ultrapassar 1%.

Para o chefe de seção do CCVZ, Ricardo Cabral, o aumento do índice era esperado por causa do calor e o início das chuvas, fatores que favorecem a proliferação do mosquito. “O novo índice está bem abaixo dos dois primeiros levantamentos. Isso é resultado do trabalho intenso de combate ao inseto e de conscientização da população”, afirmou.

As ações de prevenção e combate ao Aedes aegypti são permanentes e tratados como prioridade pelo governo municipal. Diariamente os agentes comunitários de saúde fazem visitas casa a casa para eliminar focos do mosquito. Também é realizado o monitoramento em pontos especiais, como ferros-velhos e borracharias, além de trabalhos educativos nas escolas e empresas.

“Também fizemos vários arrastões emergenciais no primeiro semestre para eliminarmos criadouros e novas ações serão promovidas em breve. Pedimos à população que continue nos ajudando, evitando o acúmulo de água nos ralos das casas, pratinhos das plantas, materiais recicláveis e mantendo sempre lavados os bebedouros dos animais”, concluiu Cabral.

LEVANTAMENTO

Birigui foi dividida em quatro áreas. A área 1, que concentra os bairros da região do Monte Líbano, João Crevelaro, Copacabana, Ivone Alves Palma, Copacabana, Alto do Silvares, Cohab 3, São Braz e Thereza Maria Barbieri, o índice foi de 2,88%. A área 2 que abrange a região do Cidade Jardim, Vila Bandeirantes, Bosque da Saúde, Vila Xavier, Jandaia 2 e o Pinheiros teve índice de 2,53%.

Na a área 3, que compreende a região dos bairros Distrito Industrial, Novo Parque São Vicente, Vila Isabel Marin, Jardim do Trevo e Vale do Sol, o resultado foi de 1,06%. Já nos bairros da área 4, como Quemil, Silvares, Recanto Verde, Tijuca, Portal da Pérola 1 e 2, Santo Antonio e Jardim Aeroporto, o índice foi de 2,55%.

DADOS

Conforme a Vigilância Epidemiológica, de janeiro até o dia 29 de outubro foram confirmados 20 casos positivos de dengue, sem mortes. Não há nenhum caso positivo de chikungunya, zika vírus e febre amarela, doenças também transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti. Em 2017, o município registrou 88 casos de dengue e seis de chikungunya.
 
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