Força-tarefa do MPSP acompanha atendimento a vítimas de explosão no Jaguaré

Atuação institucional acontece tanto na esfera cível quanto na criminal

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Foto: Divulgação

Por determinação do procurador-geral de Justiça, Paulo Sérgio de Oliveira e Costa, uma força-tarefa do Ministério Público de São Paulo (MPSP) esteve, na manhã desta terça-feira (12), no local da explosão ocorrida na segunda-feira (11), no Jaguaré, zona oeste da capital paulista. O acidente deixou uma pessoa morta e outras três feridas. A atuação do Ministério Público ocorre em conjunto com a Defensoria Pública do Estado.

O objetivo da ação é garantir que os cerca de 160 afetados pela explosão recebam assistência emergencial e que a situação seja normalizada o mais rapidamente possível. O acidente foi provocado por uma perfuração realizada pela Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp), que atingiu uma tubulação da Comgás.

Representaram o MPSP no local Ivan Agostinho, subprocurador-geral de Justiça Criminal; Fausto Junqueira, subprocurador-geral de Justiça de Tutela Coletiva; Daniel Magalhães, coordenador do Centro de Apoio Operacional Criminal (CAOCrim); Silvia Chakian, coordenadora do Núcleo de Atendimento às Vítimas de Violência (NAVV); Tatiana Callé, promotora do Tribunal do Júri; Luis Fernando Rocha, coordenador do Centro de Apoio Operacional Cível (CAO Cível); além de Adriana Cerqueira e Fabio Franchi, ambos do CAO Cível.

Segundo informações colhidas no local, 61 dos afetados foram hospedados em um hotel em Osasco. Os outros 99 preferiram permanecer em casas de familiares. A Sabesp informou ter transferido R$ 2 mil, via PIX, para 140 pessoas.

De acordo com a Defesa Civil, os 46 imóveis atingidos serão avaliados por técnicos do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT). Após a emissão dos laudos, os imóveis receberão classificação por cores: verde, para ocupação liberada; amarelo, para danos leves; laranja, para danos moderados; e vermelho, para interdição e posterior demolição.

As vítimas hospedadas no hotel e a síndica do condomínio vizinho ao local da explosão também foram atendidas pela força-tarefa. A Sabesp se comprometeu a custear a substituição dos vidros quebrados nos apartamentos atingidos pela força da explosão.

FONTE: Comunicação Social do MPSP