14/09/2018 às 15h00min - Atualizada em 14/09/2018 às 15h00min

Como empresas podem se diferenciar em um cenário econômico de incerteza elevada

Caroline Lima
Assessoria de Imprensa

Detentora da primeira marca de papel sulfite produzido de bagaço de cana-de-açúcar no Brasil, a GCE Papéis completa 12 anos de uma história bem-sucedida e relata sua experiência

O Instituto Brasileiro de Economia (Ibre/FGV) aponta que o Indicador de Incerteza da Economia no Brasil continua elevado, pelo quinto mês consecutivo, classificado em 116,8 pontos. Neste contexto, questiona-se frequentemente se existe uma fórmula de sucesso para manter o faturamento de uma empresa em pleno crescimento. A história de 12 anos da GCE Papéis, detentora da primeira marca de papel a base de celulose de bagaço de cana, a EcoQuality, é um bom caso a ser analisado.

A empresa conseguiu se destacar em função de uma profunda visão de mercado e um plano de negócios bem estruturado, assim como pela experiência de seus gestores. Luiz Machado, Economista e CFO da companhia, por exemplo, possui mais de 30 anos de experiência como administrador e, está sempre atento às oscilações do mercado econômico. “Se antecipar e calcular cada passo faz toda a diferença”, pontua.

Outro fator crucial para a marca se destacar é a excelência adotada pela organização, presente em todas as etapas do processo: da escolha da matéria-prima, fabricação, embalagem, atendimento, até a entrega para o consumidor final.

E como diferencial, olhar para o futuro do planeta também é um catalizador importante para continuar em evolução neste nicho de mercado. O produto é 100% sustentável, inovando no segmento de papéis para impressão, e agregando valor a um produto extremamente competitivo. Neste período, em que a sustentabilidade é muito valorizada, sobretudo nos negócios, ter um processo sustentável, tanto por sua contribuição para o meio ambiente, como por ser economicamente viável, ajudou a empresa a se sobressair no mercado. 

O papel sulfite produzido pela empresa é feito a partir da fibra do bagaço da cana-de-açúcar. Foi comprovado que este material, que era utilizado apenas como combustível para as próprias usinas, ou como adubo, tem fibras de excelente qualidade, ideais para a fabricação de papéis biodegradáveis e 100% recicláveis. “Oferecemos um produto que não ocupa áreas de plantio e aproveita os excedentes da indústria sucroalcooleira. Os resíduos são transformados em material nobre”, destaca Luiz Machado.

O bagaço da cana-de-açúcar é uma matéria-prima de baixo custo e disponível quase o ano inteiro, resultando em menores gastos no manejo e trazendo retornos mais rápidos. Isso permite o repasse de um custo compatível com as necessidades do consumidor.

Por sua produção com fibras 100% virgens e, pela baixa quantidade de produtos químicos usados em sua transformação, é possível usar este papel até mesmo para o contato direto com alimentos.

Em sua rede de clientes destacam-se empresas que prezam pelo consumo sustentável e qualidade, como: Pfizer, Vale, Abril e Basf.

Sobre a EcoQuality

Criada com o objetivo de unir qualidade, sustentabilidade e inovação, a EcoQuality se tornou referência quando o assunto é papel. Idealizada pela GCE Papeis, a marca utiliza o bagaço da cana-de-açúcar como sua principal matéria-prima.

A inovação chegou ao mercado brasileiro em 2006, após vários meses de pesquisas e contando com uma equipe de total excelência. Os papéis de bagaço de cana-de-açúcar passaram por uma série de mudanças e testes até se tornar o papel alcalino reciclado mais branco do segmento.

Como um produto totalmente sustentável, o papel EcoQuality tem seu ciclo produtivo desenvolvido para trazer o mínimo impacto ao meio ambiente do início ao fim de sua produção.

 

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