26/04/2018 às 09h13min - Atualizada em 26/04/2018 às 09h13min

PAT busca alternativas para inserir paulistas no mercado

Em todo o Estado, Posto de Atendimento ao Trabalhador oferece informações e orientações ao trabalhador e empregador.

Portal SP
Foto:Divulgação

Com o objetivo de garantir assistência e orientação ao cidadão, o Posto de Atendimento ao Trabalhador (PAT) busca alternativas para inseri-lo no mercado de trabalho. Por meio da entidade, ele pode procurar vagas que se encaixem com seu perfil, bem como obter informações gerais sobre serviços.

Os postos, vinculados à Secretaria de Estado de Emprego e Relações do Trabalho, funcionam como agências de emprego públicas e gratuitas. A ideia é auxiliar os que estão à procura do primeiro emprego ou da recolocação profissional, emitir Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS) e habilitar Seguro-Desemprego.

Os empregadores também podem procurar a entidade para obter ajuda de recursos humanos e anunciar vagas disponíveis na empresa. No total, 251 unidades estão espalhadas por todo Estado para oferecer uma chance aos cidadãos.

“O PAT é o local onde vemos um pai de família muitas vezes entrar cabisbaixo e, quando sai, está com um sorriso no rosto apenas pela notícia de ter conseguido encaminhamento para uma entrevista. Nosso trabalho é dar o melhor atendimento possível para que mais gente tenha oportunidade de entrar ou voltar ao mercado”, explica o secretário de Emprego e Relações do Trabalho, Cícero Firmino da Silva.

Além disso, para as pessoas que estão em busca de qualificação ou requalificação profissional, o local aplica também as inscrições para o Time do Emprego, programa que permite troca de experiências e orientações gerais na hora de procurar uma oportunidade.

Intermediação da mão de obra

Com as vagas cadastradas nos PATs, o cidadão pode comparecer a unidade mais próxima para se registrar e concorrer às oportunidades. Havendo interesse e adequação ao perfil, o candidato é automaticamente chamado para uma entrevista.

O sistema, dessa forma, não trabalha com um banco de dados. Quando ele termina o cadastro, são disponibilizadas as vagas que mais se aproximam com o seu histórico profissional e escolar.

Para o gerente do setor de Seguro-Desemprego da SERT, Miguel Sanchez, a agência não tem ônus nenhum ao trabalhador e ao empregador. “É uma porta de entrada. O principal objetivo é reinserir o trabalhador ao mercado de trabalho sem custo nenhum”, completa.

Na capital paulista, o PAT da Barra Funda, por exemplo, chega a atender 100 pessoas por dia, tanto para verificar vagas disponíveis, como buscar emissão de Carteira e habilitação de Seguro-Desemprego.

“Geralmente muitas empresas colocam os anúncios em agências privadas. Com o PAT é diferente. É um serviço fácil de acesso a vagas e isso dá credibilidade ao Estado”, comenta o supervisor da unidade, José Renato Rolin Jr.

Aos 18 anos, Juliana Lerma conta que começou a trabalhar pela primeira vez graças a uma oportunidade que encontrou pelo PAT. A menina começou como Jovem Aprendiz e hoje está em processo de efetivação pela empresa.

“Eu tenho o sonho de ser empreendedora e, com esse trabalho, tenho certeza que vai me ajudar muito lá na frente. O PAT é o local onde pessoas desempregadas ou em busca do primeiro emprego podem encontrar um refúgio. Entregar currículo não é mais a mesma coisa”, conta.

Todas as unidades paulistas, portanto, somam um total de aproximadamente 8,6 milhões de inscrições. Deste número, 376 mil cidadãos conseguiram transformar suas vidas por meio de uma oportunidade de trabalho.
 


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