17/07/2020 às 11h46min - Atualizada em 17/07/2020 às 11h46min

Protocolos covid-19: Comunicado Oficial da Secretaria Municipal de Saúde de Birigui

SECRETARIA DE SAÚDE DE BIRIGUI
Atendendo aos anseios da população de Birigui, o prefeito Cristiano Salmeirão solicitou a Secretaria Municipal de Saúde um estudo sobre o uso de invermequitina e cloroquina para o tratamento precoce da covid-19.

A Secretaria de Saúde de Birigui, por meio de seu Comitê Técnico, esclarece que protocolos precoce relacionados à covid-19 já estão publicados desde maio de 2020 pelo Ministério da Saúde, em documento denominado "Orientações do Ministério da Saúde para manuseio de medicamentoso precoce de pacientes com covid-19". Sendo assim, o Comitê informa que não existe a necessidade de criar protocolo municipal.

A Secretaria de Saúde esclarece ainda que o ato de prescrição (receitar medicações) são de competência médica e que o posicionamento dos gestores sempre foi o cumprimento das legislações vigentes, obedecendo a autonomia dos profissionais de medicina, resguardado o livre exercício da profissão através do ato médico.

Caso seja consenso do médico e do próprio paciente, conforme citado nas orientações do Ministério da Saúde, este tem o direito de optar por terapias medicamentosas de acordo a conduta e análise profissional, sendo ainda orientado que todos os pacientes previnam-se da automedicação.

A Secretaria de Saúde destaca que para o tratamento da covid-19 não existe remédios que tenham eficiência comprovada, e respeita o corpo médico de toda a rede de saúde municipal, que pode junto ao paciente conduzir o tratamento do coronavírus de acordo com as leis vigentes, obedecendo os critérios de combate a pandemia sempre de forma técnica e com responsabilidade a vida.

Embora não tenha comprovação científica, mesmo assim, foi solicitado uma parceria da Prefeitura de Birigui com a iniciativa privada. A ideia seria oferecer esse tipo de medicamento aos moradores que desejam tomar, desde que tenham receita médica. 

"Nossa administração fará o possível para salvar vidas. Desde que tenha prescrição médica e haja concenso entre médico-paciente, não iremos impedir esse tipo de medicamento", comentou o prefeito de Birigui, Cristiano Salmeirão. 
 
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