29/06/2020 às 14h44min - Atualizada em 29/06/2020 às 14h44min

Saiba mais sobre os fundos IVVB e SPXI11

SPXI11, IVVB, ETFs: quem deseja entrar no mundo dos investimentos precisa entender estas siglas.

Assessoria de Imprensa
Foto: Divulgação

Com todas as modificações que ocorreram na economia nos últimos anos, cada vez mais pessoas têm buscado formas de investir os seus ganhos e, assim, garantir uma vida mais confortável, realizar um sonho, fazer uma viagem, construir patrimônios.
 
Neste artigo, falaremos um pouco mais sobre como investir no mercado financeiro internacional. Para entender a questão, confira o material que preparamos para você a seguir.
 

ETF: o que é?

Para que possamos falar sobre IVVB e SPXI11, precisamos primeiro falar sobre os ETFs.
 
ETF é a sigla para Exchange Traded Funds, fundos de índices que são comercializados como ações. Os fundos em questão acompanham índices existentes, como o Índice Ibovespa ou o Dow Jones.
 
Se o índice sobe, o ETF atrelado a ele terá bons resultados. Se o índice descer, o ETF também cai.
 
Nos últimos anos, os investidores mais experientes têm optado por colocar em suas carteiras números cada vez maiores de ETFs. E isso não é por acaso: fundos tradicionais têm taxa de administração que varia de 2% a 3%, enquanto os ETFs cobram taxas que dificilmente chegam a 1%.
 
Além dessa vantagem - que é significativa especialmente quando pensamos em pessoas que têm uma carteira robusta -, os ETFs permitem aos investidores que variem os seus ativos sem pagar taxas múltiplas. A rentabilidade, portanto, é um ponto a ser observado.
 

IVVB e SPXI11: entenda

O IVVB é um ETF. Ele utiliza o índice S&P 500, do mercado norte-americano, como espelho. Ele é admistrado pelo Citibank e gerenciado pela BlackRockBrasil, o braço brasileiro da BlackRock.
 
A taxa de administração deste ETF é relativamente baixa, como já comentamos, e fica em torno de 0,24% ao ano. Para poder colocar este ativo na carteira, é preciso adquirir, no mínimo, dez cotas (o lote padrão, neste caso).
 
O SPXI, também chamado de SPXI11, é um ETF que espelha o índice S&P 500 NET Total Return, popularmente conhecido como S&P 500 TRN. É uma carteira calculada pela companhia Standard & Poor’s.
 
O S&P500 é um dos maiores índices do mundo, o que faz com que esteja sempre no radar dos investidores (que também analisam, na hora de tomar uma decisão, os índices Dow Jones e Nasdaq).
 
Quanto maior o valor de mercado de uma companhia, maior será o seu peso no S&P500. As maiores 500 companhias dos Estados Unidos fazem parte do índice - ou seja, estamos falando de ações de gigantes como a Apple, o Facebook, a Amazon, o Google e a Microsoft.
 

Diferenças fundamentais entre os dois ETFs

Além de serem administrados por companhias diferentes, as suas taxas de administração também não são iguais: enquanto o SPXI11 tem taxa de 0,27% ao ano, o IVVB11 tem taxa de 0,24$ ao ano.
 
Como já foi dito, os dois ETFs se espelham no índice S&P500. Isto não significa, no entanto, que eles atuem da mesma forma.
 
O SPXI11 investe diretamente em outro ETF, o SPY, que é o maior ETF do mundo. O IVVB11, por sua vez, investe principalmente no ETF americano IVV, que também espelha o desempenho do índice S&P500.
 

Vantagens e desvantagens de investir em ETFs

Para os que desejam diversificar a carteira de ativos sem entrar em grandes riscos, investir em cotas de ETFs pode ser uma boa ideia.
 
Quando entramos no mercado norte-americano, estamos expostos às modificações econômicas das companhias de lá - assim, deixamos de depender da economia brasileira, que tem oscilado bastante.
 
A diversificação também merece atenção: quando o investidor faz a compra de um lote padrão de cotas, ele não está investindo em uma única empresa, mas em várias (geralmente grandes, diga-se de passagem).
 

Desvantagens

Podemos citar como desvantagens o fato de que existem taxas de administração, ainda que elas sejam mais baixas do que as praticadas por fundos de investimentos. Não se pode pensar, portanto, em investir sem "perder" alguma coisa.
 
Para além disso, os ETFs são investimentos que fogem ao controle do investidor, dado o fato que estão submetidos às ordens de gestoras do mercado financeiro. Para os que gostam de ter total controle, isso pode ser perturbador e, em alguns casos, frustrante (ou pouco efetivo, caso a gestora não tenha feito uma boa estratégia).
 
 
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