07/02/2020 às 10h08min - Atualizada em 07/02/2020 às 10h08min

Weverton amplia contrato com o Palmeiras até dezembro de 2024

Palmeiras FC
Foto: Divulgação
Um dos grandes destaques do Palmeiras nos últimos anos, o goleiro Weverton ampliou nesta quinta-feira (06) o seu contrato com o clube até dezembro de 2024 – o acordo antigo terminava no fim de 2022. Campeão brasileiro em 2018, o camisa 21 soma 95 jogos pelo Verdão e saiu de campo sem sofrer gols em 51 deles.

“É um momento de muita alegria. Gratidão a Deus por essa oportunidade, primeiramente por vestir esta camisa e agora por renovar o contrato até 2024. Quero dizer à Família Palmeiras que é uma honra vestir esta camisa e será um prazer defender vocês em campo. Espero retribuir todo o carinho com grandes atuações e fechando o gol. Obrigado a todos vocês e continuaremos tendo alegrias daqui para a frente”, declarou o arqueiro.

Weverton chegou ao Maior Campeão do Brasil em 2018, após uma passagem de sucesso pelo Athletico-PR e de ser convocado com frequência para a Seleção Brasileira. Dois anos antes, inclusive, ele foi o goleiro titular do Brasil na campanha vitoriosa dos Jogos Olímpicos de 2016, disputado no Rio de Janeiro. O ouro inédito veio depois de Weverton defender o pênalti decisivo na final contra a Alemanha, no estádio do Maracanã.

Pelo Palmeiras, além de protagonizar o título brasileiro de 2018 (ganhou a Bola de Prata como o melhor da posição), o goleiro chegou a ficar nove jogos sem tomar gols durante a campanha da conquista do Nacional (884 minutos com acréscimos e 812 sem), alcançando a segunda melhor marca da história do clube, atrás apenas de Zetti, com 12 jogos (1.238 minutos sem acréscimos), em 1987. De quebra, tornou-se o primeiro acreano campeão na história do Brasileirão desde 1959.

O camisa 21 já soma seis partidas nesta temporada, sendo duas pela Florida Cup e quatro pelo Campeonato Paulista, e apenas três gols sofridos. Vazado 60 vezes em 95 partidas no total, Weverton ocupa a terceira colocação no ranking dos goleiros com menor média de gols sofridos na história do clube, com 0,63 por jogo, atrás apenas dos paraguaios Benítez, com 0,54 de média (13 vezes em 24 jogos), e Gato Fernández, com 0,62 (22 gols em 35 jogos). O levantamento considera apenas goleiros com pelo menos 10 partidas pelo Verdão.
 
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