14/01/2020 às 15h25min - Atualizada em 14/01/2020 às 15h25min

Árbitros brasileiros participam do Seminário Internacional de Arbitragem, Esporte e Educação da FIJ, em Doha

Os árbitros Laedson Godoy, Jeferson Vieira, André Mariano e Edison Minakawa representaram o Brasil no evento

CBJ
Os árbitros brasileiros Laedson Godoy, Jeferson Vieira, André Mariano e Edison Minakawa no Seminário de Doha
Na reta final de preparação para os Jogos Olímpicos de Tóquio, a Federação Internacional de Judô realiza, nesta semana, em Doha, no Catar, o Seminário Internacional de Arbitragem, Esporte e Educação. O evento, realizado anualmente, reuniu treinadores, árbitros e atletas de diversos países para discutir as regras do judô, visando à padronização dos critérios de arbitragem. O Brasil foi representado no Seminário pelos árbitros FIJ A Laedson Godoy, Jeferson Vieira, André Mariano e Edison Minakawa, Coordenador Nacional de Arbitragem.

ASSISTA AO SEMINÁRIO AQUI

Representantes de 90 países estiveram presentes para a debater os rumos dos regulamentos esportivos e educacionais do judô paras as próximas competições IJF.

Com a ajuda da tecnologia, através da apresentação de vídeos com situações de lutas dos eventos da FIJ em 2019, uma grande variedade de regras foi ilustrada e analisada, buscando proporcionar aos árbitros uma alta taxa de acerto em suas decisões, para que se atinja o resultado correto.

“Nos últimos três dias, estivemos preparando o programa para incluir muita discussão e padronizar ainda mais os critérios para todas as regras. O judô é sempre complicado, mas faremos o nosso melhor. A preparação para nossos futuros árbitros olímpicos é muito difícil, mas o nível de arbitragem em Tóquio, nos Jogos Olímpicos, deve ser excelente”, declarou Juan Carlos Barcos, diretor de arbitragem da FIJ.

Além da discussão acerca dos métodos de arbitragem, no segundo dia de evento (12), os convidados participaram de uma série de palestras da comissão de educação sobre assuntos como ética, antidoping e a regra 50 de Tóquio - regra que proíbe os atletas de realizarem manifestações políticas durante a competição.
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