Roupas do bebê: acertando nas escolhas
Nem sempre aquela roupinha cheia de detalhes é a peça mais confortável para o seu bebê! Saiba o que considerar na escolha do que vestir no seu pequeno
Foto: Divulgação
Quem nunca caiu na armadilha de comprar uma roupa de bebê linda e repleta de detalhes, mas que na hora de vesti-lo teve a maior dor de cabeça ao se ver perdida com tantas partes e botões desconexos? Se para alguns pais o aprendizado vem com o erro, você, por outro lado, não precisa passar por esta embaraçosa experiência para aprender.
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Logo, antes de parecer irresistível comprar aquelas peças da moda para o bebê, os pediatras sempre lembram de que é preciso prestar atenção a duas características fundamentais: a pele do bebê é sensível, fina e pouco resistente e, por isso, precisa de peças de tecidos confortáveis; o outro ponto é atentar-se para a praticidade, pois os pequenos se incomodam com facilidade durante a troca. Pensando nisso, o primeiro passo é abrir mão daquelas roupinhas cheias de enfeites, com pedrinhas, zíperes, cordões, botões e outros acessórios decorativos que, além de não oferecer segurança, ainda pode machucar o pequeno.
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Como os primeiros meses com o bebê em casa podem ser atribulados por causa da nova rotina, a escolha certa das peças que vão abastecer o guarda-roupa é fundamental para fazer com que o momento das trocas seja o mais prático e eficiente. Por isso, elaboramos algumas dicas que vão ajudar os pais nessa tarefa:
Atenção aos tecidos
Valorize as peças de algodão puro ou com elastano que, por serem mais flexíveis, facilitam a troca; e por serem mais leves, macias e maleáveis, deixam a pele do bebê respirar. Evite os tecidos sintéticos e felpudos, como veludo e lã, que podem irritar a pele sensível do bebê e provocar alergias. Se você não dispensa as peças de tricô, escolha as que são antialérgicas e dê preferência às que tenham golas de outro material. Outra opção é usar uma blusa ou body 100% algodão por baixo, com a gola para fora, protegendo a pele do bebê.
Fique de olho na cor dos tecidos, preferindo os mais claros e em tons pastel, já que os escuros podem ter grande quantidade de tinta e irritar a pele.
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Roupas com cortes que facilitam a troca
Como os bebês se irritam com facilidade, fique atenta aos cortes das peças na hora da compra, dando preferência a macacões, por exemplo, com aberturas frontais ou laterais, com cortes largos e sem golas apertadas Velcros ou colchetes nas laterais, nos ombros e nas pernas auxiliam muito a troca, deixando o bebê menos desconfortável Os bodies são um trunfo nessa fase, e como são trocados várias vezes, diariamente, além da maciez do tecido, prefira os que tenham o mínimo de costuras, já que ficarão em contato direto com a pele do pequeno e podem gerar atrito. Aqueles com botões na parte inferior são os mais práticos Se os zíperes podem irritar ou beliscar até a nossa pele, imagine o estrago que podem fazer no bebê. Por isso, dê preferência a peças com botões de pressão. Caso opte por uma ou outra peça com zíper, confira que seja forrado Evite peças com cordões e ponteiras que podem provocar acidentes, principalmente a asfixia. À medida que vão crescendo, eles interagem mais com o ambiente e podem, sem querer, colocar na boca engolir o acessório Embora a etiqueta seja fundamental para que você saiba além da composição do material, o seu tamanho, ela pode - e deve - ser dispensada após a compra para não irritar a pele do bebê No frio, as peças com punho nas mangas e nas pernas são boas alternativas para proteger as crianças, pois previne que a roupa saia do lugar
Se de um lado os macacões e bodies com pezinhos ajudam a proteger do frio, por outro, à medida que a criança cresce, a peça fica curta. A dica, neste caso, é comprar calças com pés reversíveis
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Como agasalhar o bebê
Em dias muito frios, a recomendação da Sociedade Brasileira de Pediatria é que, além de o bebê usar roupas de algodão ou lã antialérgica, os pais optem por várias peças ao invés de um único casaco. Isso facilita tirar ou acrescentar outras roupas, dependendo da temperatura Bebês de até seis meses devem ser agasalhados de acordo com a temperatura ambiente e com uma peça a mais que o adulto. Já as crianças maiores devem usar a mesma quantidade de roupas que o adulto
Luvas e gorros são importantes tanto para os recém-nascidos como para as crianças maiores
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Atenção aos tecidos
Valorize as peças de algodão puro ou com elastano que, por serem mais flexíveis, facilitam a troca; e por serem mais leves, macias e maleáveis, deixam a pele do bebê respirar. Evite os tecidos sintéticos e felpudos, como veludo e lã, que podem irritar a pele sensível do bebê e provocar alergias. Se você não dispensa as peças de tricô, escolha as que são antialérgicas e dê preferência às que tenham golas de outro material. Outra opção é usar uma blusa ou body 100% algodão por baixo, com a gola para fora, protegendo a pele do bebê.
Fique de olho na cor dos tecidos, preferindo os mais claros e em tons pastel, já que os escuros podem ter grande quantidade de tinta e irritar a pele.
Roupas com cortes que facilitam a troca
Como os bebês se irritam com facilidade, fique atenta aos cortes das peças na hora da compra, dando preferência a macacões, por exemplo, com aberturas frontais ou laterais, com cortes largos e sem golas apertadas Velcros ou colchetes nas laterais, nos ombros e nas pernas auxiliam muito a troca, deixando o bebê menos desconfortável Os bodies são um trunfo nessa fase, e como são trocados várias vezes, diariamente, além da maciez do tecido, prefira os que tenham o mínimo de costuras, já que ficarão em contato direto com a pele do pequeno e podem gerar atrito. Aqueles com botões na parte inferior são os mais práticos Se os zíperes podem irritar ou beliscar até a nossa pele, imagine o estrago que podem fazer no bebê. Por isso, dê preferência a peças com botões de pressão. Caso opte por uma ou outra peça com zíper, confira que seja forrado Evite peças com cordões e ponteiras que podem provocar acidentes, principalmente a asfixia. À medida que vão crescendo, eles interagem mais com o ambiente e podem, sem querer, colocar na boca engolir o acessório Embora a etiqueta seja fundamental para que você saiba além da composição do material, o seu tamanho, ela pode - e deve - ser dispensada após a compra para não irritar a pele do bebê No frio, as peças com punho nas mangas e nas pernas são boas alternativas para proteger as crianças, pois previne que a roupa saia do lugar
Se de um lado os macacões e bodies com pezinhos ajudam a proteger do frio, por outro, à medida que a criança cresce, a peça fica curta. A dica, neste caso, é comprar calças com pés reversíveis
Como agasalhar o bebê
Em dias muito frios, a recomendação da Sociedade Brasileira de Pediatria é que, além de o bebê usar roupas de algodão ou lã antialérgica, os pais optem por várias peças ao invés de um único casaco. Isso facilita tirar ou acrescentar outras roupas, dependendo da temperatura Bebês de até seis meses devem ser agasalhados de acordo com a temperatura ambiente e com uma peça a mais que o adulto. Já as crianças maiores devem usar a mesma quantidade de roupas que o adulto
Luvas e gorros são importantes tanto para os recém-nascidos como para as crianças maiores
FONTE: Unimed