27/02/2019 às 15h00min - Atualizada em 27/02/2019 às 15h00min

Câmara de Salmourão aprova contas de 2015 do ex-prefeito José Luiz

Placar que deu a aprovação ficou fechado em 8 x 1 ao final da votação

Lucas Reis, especial para o AtaNews
O ex-prefeito de Salmourão, José Luiz Rocha Perez - Foto: Reprodução
Durante a realização da primeira sessão ordinária de 2019, sob o comando do vereador Wesley Barbosa (PSDB), a Câmara de Salmourão aprovou as contas do executivo municipal referentes ao ano de 2015. A aprovação aconteceu após o resultado da votação nominal terminar com o placar de 8 votos em favor da aprovação, contra 1 voto contrário, do vereador Nivaldo Perez Parra (DEM).

Com esse resultado, o Poder Legislativo de Salmourão acompanha o parecer técnico emitido pelo Tribunal de Contas do Estado de São Paulo TCE/SP, que manifestou-se também pela aprovação das contas do referido exercício, após analisar um pedido de reexame apresentado pelo ex-prefeito José Luiz Rocha Perez. O pedido de reexame aconteceu após a UR-18, do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo de Adamantina, apontar desfavorecimento às contas municipais de 2015.

Durante o novo julgamento, que reverteu a decisão, a relatora do pedido, Cristina de Castro Moraes, reconheceu que, mesmo após o fechamento de 2015, a Prefeitura quitou os precatórios e comprovou os pagamentos no total de R$ 9 mil. Já em relação ao limite de gastos com pessoal, a Prefeitura não ultrapassou os valores e os acúmulos de horas extras, que haviam sido apontados pelos técnicos do TCE, e representaram apenas 1,37% do total das despesas com o funcionalismo. Por esse motivo, a corte de contas paulista decidiu emitir novo parecer.

A reportagem do Portal de Notícias AtaNews, conversou com o ex-prefeito sobre a aprovação de suas contas, sendo que o mesmo afirma estar satisfeito, tanto com a decisão da Corte de Contas Paulista, quanto com o resultado da votação na Câmara Municipal. José Luiz explica também que o ano de 2015 foi um ano muito difícil para os pequenos municípios, que sofreram drasticamente com a queda na arrecadação e isso prejudicou também os índices de liquidez financeira da municipalidade, que era um outro item apontado na primeira análise do TCE.
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