20/12/2018 às 14h35min - Atualizada em 20/12/2018 às 14h35min

Vereadora Tieza recebe grupo para bate papo em seu gabinete

Por David Prates
AtaNews
Tieza Lemos junto com os representantes do Progresso em Opinião Osnei Ferracioli, Marcelo Oliveira e Tales Queiroz
Na noite desta quarta-feira 19/12 a vereadora Tieza Lemos recebeu representantes do grupo Progresso em Opinião para um bate papo que abordou alguns assuntos delicados como o aumento de salário que foi proposto para a vice-prefeita Edna Flor na sessão extraordinária que aconteceu na última segunda-feira mas não foi aprovado pelos vereadores, e os salários dos funcionários da câmara municipal.

A primeira pergunta já foi relacionada ao tempo que a vereadora passou como secretária de cultura e ao retornar a câmara ser eleita presidente da mesma, se isso foi algum “jogo de cartas marcadas” articulado, Tieza disse que não houve nenhum acordo e que todos os vereadores tiveram total liberdade de voto. Disse que recebeu o apoio do prefeito Dilador Borges quando começou a idealizar a campanha de candidatura a presidente da câmara, e o mesmo disse “vocês vão prá lá e se virem” demonstrando imparcialidade entre os vereadores que se candidataram ao cargo.

Depois ela foi questionada sobre como ela pretende lidar com projetos “polêmicos”, ela disse que temos que nos agarrar a questão da ética e da moralidade, e que espera que os colegas da câmara venham também nesse sentido não fazer nada desrespeitoso nem da parte deles, nem da população, respeitando as regras da câmara. Nada contra as manifestações desde que as pessoas sejam coerentes em suas questões, sem desrespeito.

Ainda dentro deste tema, ela foi questionada sobre o projeto de aumento de salário da vice prefeita, se ela estivesse no lugar do atual presidente da câmara Rivael Papinha, se ela iria também retirar o projeto de pauta. Ela disse que acha o ajuste justo, pois a vice-prefeita trabalha tanto ou até mais que alguns secretários, e que ela realmente abraçou a gestão. Na opinião de Tieza, o vice poderia ter a opção de escolha entre assumir na vacância e ter a remuneração adequada ou ele faz a opção de assumir todas as atribuições que a lei orgânica impõe a ele. 

Falou também sobre o aumento de 4,5% do secretariado que atingiu 15 funcionários, que foi feito pela última vez em 2012, explicando sobre a avaliação que é feita antes de algum aumento proposto e seu impacto na economia, e disse que esse tipo de ajuste deveria ser aplicado em lei, para não ter o desgaste dos debates sobre o assunto. E que são reajustes previstos em lei por conta de perdas da inflação e etc. e que são direito dos funcionários. 

Dentro das perguntas feitas pelos espectadores, ela ressaltou que não se candidatou a presidente da câmara por pedido do prefeito, e sim porque se sentia no direito de disputar o cargo, e se sente preparada pra isso, tanto que já demonstrou interesse na eleição de 2017.

Também explicou sobre os assessores que têm salários exorbitantes e como funciona o acúmulo de adicionais, que faz alguns ganharem até três vezes mais do que um vereador.

Projeto Progresso em Opinião
Projeto 100% voluntário de um canal online onde serão abordados assuntos sobre a política nacional e local. 
Somos um grupo considerado de direita, formado por profissionais de diversas áreas, que apoiam e pregam sobre os princípios básicos e essenciais para o mantenimento da sociedade como família, valores morais e claro, tudo sob a benção de Deus. 


   
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