10/12/2018 às 16h03min - Atualizada em 10/12/2018 às 16h03min

Com oito cães e uma gata, casal adapta rotina para atender os animais

O amor pelos patudos levou Juliana Alexandre Rocha e o esposo Jackson May a aumentar consideravelmente a família. Nove animais domésticos vivem atualmente com o casal e o filho

ANDA - Agência de Notícias de Direitos Animais
Foto: Diorgenes Pandini / Diario Catarinense
O amor pelos patudos levou Juliana Alexandre Rocha e o esposo Jackson May a aumentar consideravelmente a família. Nove animais domésticos vivem atualmente com o casal e o filho. São oito cachorros ao todo: Pablo, Mel, Anita, Fiona, Lola, Pity, Scooby e a Maia, além de uma gatinha que recentemente passou a fazer parte do grupo. A empatia com os animais também foi uma herança de família para Juliana.

“Meu pai gostava de tudo quanto é animal. Pombo, porquinho da índia, também estava sempre aparecendo com um cachorro, sempre gostou e cuidou muito dos animais. Acho que eu herdei isso dele”, recorda a orçamentista.

A família começou a aumentar aos poucos. Primeiro veio o Pablo, em 2007. Chegou como um presente da cunhada para Kauã, o filho de 14 anos. Na época, os três moravam em um apartamento. Hoje, o poodle acinzentado já não enxerga mais em função de uma catarata.

Foi graças ao Pablo que Juliana adotou a Mel, a segunda mais velha do octeto, quando a família já vivia em uma casa. Na sequência, chegaram Anita, as irmãs Lola e Fiona, Pity e Scooby. Maia, a última dos caninos a ser adotada, é cria da cachorra de um vizinho de Juliana. Ela e outro filhote ficaram sob os cuidados do casal por duas semanas até que uma conhecida da família se interessou pelo irmãozinho de Maia e o adotou.

“Eu fui levar ele aos prantos. Chorava igual guri pequeno. Eu disse que nunca mais faria isso, de colocar cachorro para dentro de casa e depois ter que doar. Aquilo me cortou o coração, eu soluçava dentro do carro”.

A chegada da gatinha

O pacote de adoções da família foi fechado com a vinda de uma gatinha – a Gato. Há oito meses, Jackson, que é promotor de merchandising, se deparou com uma caixa com filhotes disponíveis para adoção ao chegar ao trabalho. Ele, que dizia não gostar dos felinos, ligou para a esposa na hora perguntando se ela queria adotar algum deles.

“Eu falei “já disse pra ti, não fica me perguntando essas coisas, porque eu vou querer cuidar”, lembra Juliana. A orçamentista explica que inicialmente o nome da gata era Cacau, mas Jackson acabou rebatizando o felino. “Ele chamava só de “Gato”, aí acabou ficando. Você chama assim e ela vem. Hoje ela é a maior paixão da vida dele'' conta Juliana. A relação dos cães com a felina foi tranquila. Inclusive, passou a adotar hábitos caninos, como o de se esparramar próximo ao portão na hora de tomar sol.

Rotina adaptada para atender às necessidades dos peludos

Quando o número de cães superou ao de humanos na casa, que Juliana e o esposo decidiram optar por facilitar o serviço e montar um espaço particular de banho e tosa: construíram um tanque com uma ducha, adquiriram uma máquina para tosar os cães de pelos longos e um soprador, todos equipamentos próprios de pet shop.

O bem-estar dos companheiros sempre foi levado em conta na vida da família. Ao construir a casa que atualmente vivem, a área externa de lazer foi tratada como prioridade para que os cachorros tivessem um local confortável e espaçoso para dormir e brincar.

Juliana conta que pelo fato de todos terem sido adotados filhotes, eles sempre tinham algum integrante novo para cuidar e, com isso, acabaram se acostumando. Tornou-se costume também para a família não passar mais de dois dias fora de casa. O casal conta que tudo é pensado levando em conta os pets. A família segue uma rotina para garantir que todos sejam tratados da melhor forma. “Eles são parte da família, com certeza”, finaliza Juliana, sem hesitar.
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