04/12/2018 às 15h01min - Atualizada em 04/12/2018 às 15h01min

Petição pede justiça para cão morto no Carrefour e alcança milhares de assinaturas

Até o momento, já são mais de 325 mil assinaturas. Em questão de minutos, no entanto, o número sofre alterações, subindo cada vez mais.

ANDA - Agência de Notícias de Direitos Animais
Relatos apontam que cachorro foi brutalmente agredido (Foto: Redes Sociais)
Uma petição online foi feita para pedir justiça para o caso do cachorro morto em uma unidade do Carrefour de Osasco, em São Paulo. Milhares de assinaturas já foram coletadas.

O texto do abaixo-assinado solicita que o responsável pela morte do animal seja preso e que a empresa responda judicialmente por orientar funcionários a “se livrar do animal de maneira cruel”.

O número de assinaturas tem aumentado rapidamente. Até o momento, já são mais de 325 mil. Em questão de minutos, no entanto, o número sofre alterações, subindo cada vez mais.

Nos comentários da petição, o vereador Ralfi Silva, de Osasco, que tem acompanhado o caso, registrou seu posicionamento. “Estamos investigando e vamos pegar esse assassino”, escreveu.

Entenda o caso
Um cachorro morreu, após ser resgatado no Carrefour pelo Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) de Osasco (SP), na última quinta-feira (29). Relatos apontam que um funcionário da empresa, da área de segurança, agrediu o cachorro de forma brutal após receber orientação para que o animal fosse retirado do local. Há, também, a suspeita de que ele tenha sido envenenado.

Havia uma expectativa de que um laudo determinasse a causa da morte do animal. No entanto, o corpo do cachorro foi cremado, o que fez com que ficasse difícil comprovar se ele sofreu agressões ou foi envenenado. Segundo informações da Folha de S. Paulo, o responsável por cremar o cachorro foi o Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) do município, que alega ter tomado tal providência por não ter, no momento do resgate do animal, informações sobre os maus-tratos, mas apenas a versão de que o cão havia sido atropelado.

Relatórios sobre o atendimento do animal apontam sinais de envenenamento, segundo o delegado Bruno Lima, eleito deputado estadual pelo PSL, e que está acompanhando a investigação sobre o caso.
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