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Coluna Social / 23 de Dezembro de 2016 16h10

OPINIÃO

Opinião do Leitor

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Lucas Reis, especial para o AtaNews
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Foto: Ilustrativa
O Presidente Michel Temer, vem anunciando nos últimos dias, muitas medidas para tentar conter um pouco a crise atual vivenciada pelo país. Em relação as mudanças apresentadas pelo Governo, as ideias propostas parecem em primeiro plano serem muito boas e de certa forma contribuir para que o país caminhe para fora da atual recessão que a economia atravessa atualmente, mas o que o Governo não explicou e ainda como um ponto de interrogação na cabeça de muitas pessoas, é o fato de como uma medida que efetivamente facilita a demissão dos trabalhadores, contribuiria com o fim da crise econômica.

Medidas como esta do FGTS, fazem com que muitos brasileiros fiquem preocupados, pois hoje, em meio ao momento político e financeiro que o país atravessa, percebemos um Governo estruturando medidas e reformas que envolvem Direitos Trabalhistas e Previdência Social sem tempo para muitas discussões. O que agrava essa preocupação, é o fato de tudo isso estar sendo proposto no calor de investigações como a Lava Jato, escândalos de corrupção e principalmente com nomes importantes para o país atualmente, como o do atual presidente Michel Temer e do Presidente do Senado Renan Calheiros, sendo citados nas delações de outros réus que também estão sendo investigados pela justiça.

Com a autorização para retirada de valores das contas inativas do FGTS, existe aí o otimismo de muitos brasileiros que estão endividados, na esperança de que possam pagar suas dívidas e começar 2017 com um fôlego financeiro renovado, mas já mergulhados em novos compromissos como IPVA e IPTU. Outra boa notícia é a redução de juros do rotativo do cartão de crédito, que tem como meta uma redução de mais de 50%, já no primeiro trimestre do próximo ano, porém essa é outra medida que o governo ainda não anunciou como irá executar.

O que se percebe em relação ao Governo é que sem sombra de dúvidas, o atual presidente Michel Temer está aproveitando sua baixa popularidade para tentar conter a crise com “remédios” mais amargos, mas em uma visão de “direita”, totalmente necessários para que a recessão não se arraste por muito mais tempo.

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