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Bem Estar / 6 de Outubro de 2017 10h57

BARIÁTRICA

Nova bariátrica começa a ser realizada no Brasil

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A luta para emagrecer, principalmente de forma saudável, não é fácil e requer dedicação e força de vontade dos pacientes, até porque hoje o sobrepeso e a obesidade estão cada vez mais presentes na vida dos brasileiros.
Vida Plena e Saúde
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Foto: Vida Plena e Saúde
A medicina oferece alguns métodos já conhecidos para combater esse problema, como a cirurgia bariátrica e o balão intragástrico.

Porém no final de 2016, a Anvisa autorizou a utilização da gastroplastia endoscópica.

A nova bariátrica, como vem sendo chamada, foi realizada pela primeira vez no dia 27 de janeiro no país.

No procedimento, um endoscópio flexível com uma câmera de alta resolução e uma agulha em sua ponta é colocado através da boca até chegar ao estômago, que em seguida é reduzido por suturas, portanto não há cortes.

Comandada pelos médicos Dra. Silvia Reimão e Dr. Luiz Henrique Mestieri, a clínica Endohealth, que já realiza o processo do Balão Intragástrico há quatro anos, já oferece, desde julho esse novo procedimento.

A operação oferece riscos muito menores que a cirurgia bariátrica tradicional.

“O procedimento dura e torno de uma hora e tem pouquíssimos riscos de sangramento e perfuração, por isso o paciente recebe alta no mesmo dia e até uma semana pode se movimentar e retomar suas atividades normalmente” explica a Dra. Silvia Reimão.

Outra vantagem do novo procedimento, é que não é preciso ter obesidade mórbida para realiza-lo, obesos com IMC (índice de massa corporal) de 30, já podem realizar.
“A cirurgia reduz de 50 a 60% do estomago, gerando saciedade, mas é importante ressaltar que a reeducação salientar e a inserção de exercícios físicos na rotina do paciente durante o pós-procedimento são essenciais para o sucesso da operação” salienta o Dr. Luiz Henrique Mestieri.

Estudos também apontam que o procedimento atua positivamente na perda de peso e controle da glicemia em pacientes diabéticos.

Com o emagrecimento, existem alterações hormonais que melhoram o funcionamento do pâncreas, controlando o diabetes.

Há melhora em mais de 70% dos casos, sendo que 40% desses pacientes conseguem suspender toda a medicação.

Além do diabetes e perda de peso, há uma melhora significativa no controle da hipertensão, diminuição do colesterol e melhora das dores crônicas, comprovando que seguindo as indicações clínicas e fazendo acompanhamento correto podem-se alcançar resultados muito positivos com problemas relacionados à obesidade.

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