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Bem Estar / 11 de Agosto de 2017 14h35

SAÚDE

Como a inveja está destruindo você e a vida no planeta

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Vida Plena e Bem Estar
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Foto: Vida Plena e Bem Estar
Em tempos de exibição pública de nossas vidas privadas em redes sociais, nenhum tema esteve tão sorrateiramente presente quanto o da inveja. A inveja nunca é comigo – afinal “eu não sou invejoso” – é sempre um problema do outro – “que me inveja” -, algo do qual somos vítimas e nunca culpados.

Não queremos admitir que a sentimos – no máximo, em tom brincalhão “uma invejinha” ou “uma inveja branca”. Não fosse assim, não teríamos tanta preocupação com o “olho gordo” alheio.

Mas afinal por que sentimos inveja e o que isso significa?

Pensadores, filósofos, psicanalistas de todos os tempos estudaram e desenvolveram teorias sobre o assunto. O historiador Leandro Karnal, em entrevista para o Portal Raízes, assim afirma:

Na verdade, toda inveja é negativa: a branca, a azul, a parda, a mulata… Porque a inveja não é exatamente eu querer seu carro, mas não tolerar a alegria que você sente ao dirigi-lo. Como somos animais gregários, que vivem em bandos, e cada vez mais há pessoas que têm mais dinheiro, um corpo mais bonito ou são mais felizes do que eu, preciso ser muito bem resolvido para não ceder à tentação da inveja. Como quase ninguém é bem resolvido, a começar por mim, o resultado é que estamos imersos em um mar de inveja. Mas a gente disfarça.

O que é a inveja? O que a origina e qual a sua finalidade?

Nilton Bonder, em seu livro “A Cabala da Inveja“, responde: Receptáculo de raiva, muita raiva, as invejas retêm no coração muito ódio. Como “celulite emocional e espiritual”, a inveja controla atos, situações e vidas inteiras.

Ao lidarmos com a inveja e com os conflitos afetivos em relação ao outro, os rabinos explicam, estamos explorando as fronteiras do ser humano. Da mesma forma que é humanamente mais sofisticado estar contente do que estar triste, ou que as lágrimas nos são mais acessíveis que a gargalhada, também na questão da solidariedade e do amor é mais fácil sermos empáticos ao sofrimento e fracasso do outro do que participarmos do seu sucesso e alegria. Nesta fronteira nos flagramos e nos descobrimos.

Qual é o mecanismo básico que nos move para a inveja?

A psicóloga Rosemeire Zago explica: Este mecanismo, responsável pelos nossos ressentimentos é o mecanismo da comparação. Nunca haverá inveja sem que antes tenha havido uma comparação. Entristecer-se sinceramente com o sofrimento de alguém não é difícil, porém manifestações exageradas de dor pela dor de alguém, pode encobrir, ainda que seja inconfessável, uma certa satisfação.

Os psicanalistas Norberto R. Keppe e Cláudia B. S. Pacheco produzem programas terapêuticos de TV e rádio para a conscientização em massa distribuídos para mais de 45 países em 11 idiomas abordando a relação entre a inveja e a destruição do mundo.

''Para você ter bom êxito precisa aceitar o sucesso das outras pessoas; estou dizendo que o sucesso próprio depende totalmente da aceitação do sucesso alheio – assim como a dimensão do passado tem de estar na do presente, e o próprio futuro incorporado à existência atual; tudo o que fazemos está correlacionado ao que os outros fizeram. Assim, se admiramos os indivíduos de talento e capacidade, automaticamente os seguimos – e deste modo damos mais um passo adiante em relação ao que realizaram; mas se os invejamos, negamos e destruímos o que fizeram, nós próprios nos brecamos e nos impedimos de obter êxito.'' ~Norberto R. Keppe.

O programa STOP a Destruição do Mundo (25) aborda o tema da Inveja, que no sentido psicanalítico é a atitude dos seres humanos em estragar o bem que existe na própria vida e na vida dos outros. Há uma atitude de destruir todo o bem.

“Não existe indivíduo que não seja invejoso. Existe aquele que tem maior ou menor consciência de sua inveja, podendo, portanto, discernir mais ou menos as causas de suas más escolhas na vida e controlar melhor sua conduta, preservando sua felicidade. O mesmo podemos dizer dos indivíduos poderosos, pela sua inveja inconscientizada, não permitem nem a felicidade do povo nem de si mesmos, pois também pisam na própria vida e não somente na de seus escravos”. ~ Claudia Pacheco, Livro ABC da Trilogia Analítica, pág. 83.


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