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Política / 13 de Abril de 2017 14h31

GOVERNO

Temer nega participação em irregularidades citadas em delação da Odebrecht

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Agência Brasil
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Foto: Agência Brasil
O presidente Michel Temer negou, em nota oficial divulgada na noite de hoje (12), ter se reunido com o ex-presidente da Odebrecht Industrial, Márcio Faria, em 2010 para tratar de doações ao PMDB, como o executivo disse em delação premiada. Segundo Faria, o encontro ocorreu no escritório de Temer em São Paulo e o pagamento ao partido seria em troca de facilitar a participação da Odebrecht em projetos da Petrobras.

“O presidente Michel Temer jamais tratou de valores com o senhor Márcio Faria. A narrativa divulgada hoje não corresponde aos fatos e está baseada em uma mentira absoluta. O que realmente ocorreu foi que, em 2010, na cidade de São Paulo, Faria foi levado ao presidente pelo então deputado Eduardo Cunha. A conversa, rápida e superficial, não versou sobre valores ou contratos na Petrobras. E isso já foi esclarecido anteriormente, quando da divulgação dessa suposta reunião”, disse a nota divulgada pela Secretaria Especial de Comunicação Social da Presidência da República.

Em 2010, Temer era deputado federal e candidato a vice-presidente em chapa com Dilma Rousseff. Eduardo Cunha, também presente na reunião, tentava reeleição para deputado federal. O teor da delação de Márcio Faria foi divulgado por veículos de imprensa em dezembro. As acusações dele fazem parte de uma série de depoimentos prestados por executivos da empreiteira em delações premiadas, que foram divulgadas dia 12.

“O presidente contesta de forma categórica qualquer envolvimento de seu nome em negócios escusos. Nunca atuou em defesa de interesses particulares na Petrobras, nem defendeu pagamento de valores indevidos a terceiros”, conclui a nota divulgada pelo Palácio do Planalto. Por ser presidente da República, Michel Temer não pode ser investigado por atos anteriores ao mandato em exercício.

Delação

No depoimento ao Ministério Público Federal, Márcio Faria disse que entendeu que a reunião era uma forma de confirmar acordo de pagamento de propina ao partido.

Faria disse que "Eduardo Cunha tomou a palavra, disse que pessoal tava inicial o projeto tal, falou olhando pra mim que teria uma contribuição pro partido".

Os procuradores questionam Faria se a contribuição era propina, o ex-executivo respondeu: "Totalmente vantagem indevida, porque era um percentual em cima de um contrato.

Ninguém falou de diretório, nada. Era um percentual em cima de um contrato", disse em vídeo da delação premiada.

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