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Política / 3 de Janeiro de 2017 13h30

CIDADANIA

Secretaria de Políticas para as Mulheres repudia feminicídio em Campinas

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Segundo os dados do Atlas da Violência 2016, 13 mulheres são assassinadas todos os dias no País.
Portal Brasil
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Para denúncias ou pedidos de informação, a SPM disponibiliza a Central de Atendimento à Mulher – Ligue 180 ( Foto: Elza Fiuza )
A Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres do Ministério da Justiça e Cidadania (SPM/MJC) manifestou, por meio de nota, repúdio ao crime que ocorreu na cidade de Campinas (SP) na noite do dia 31 de dezembro.

"O feminicídio é uma expressão maior de ódio contra as mulheres e está caracterizado não somente pela morte de Isamara, como das demais mulheres vítimas desta chacina, pois podem ser considerados como feminicídio por conexão", afirmou a SPM.

De acordo com o texto, 13 mulheres são assassinadas todos os dias no Brasil, segundo os dados do Atlas da Violência 2016 do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), o que coloca o País no quarto lugar no Ranking de Violência contra a Mulher.

"O motivo principal desses assassinatos é a cultura do machismo e da misoginia perpetuados no cotidiano de nossa sociedade. Pequenas atitudes machistas com que convivemos todos os dias, que muitas vezes reproduzimos e nem percebemos, causam, em forma mais extremas, crimes bárbaros de intolerância", ressalta a nota.

A secretaria lembrou a avançada legislação brasileira no combate à violência contra a mulher, como a Lei Maria da Penha (Lei nº 11.340/2006) e a Lei do Feminicídio (Lei nº 13104/2015), e convidou a sociedade a debater o tema e reforçar a luta a favor das mulheres em todos os espaços.

Proteção

"A SPM irá reforçar as campanhas de conscientização e educação pela igualdade entre mulheres e homens. Além de fortalecer as parcerias com o Ministério da Educação, Saúde, entre outras pastas, no sentido de trabalhar o enfrentamento ao machismo", conclui o texto.

Segundo a secretária especial de Políticas para as Mulheres do Ministério da Justiça e Cidadania, Fátima Pelaes, apesar dos avanços, ainda há muito o que se fazer no enfrentamento à violência.

“Precisamos fortalecer e ampliar essa rede de proteção para que ela chegue a todos os lugares, os mais distantes, nas mulheres ribeirinhas, do campo e da floresta, e nos grandes centros deste País. E, na outra ponta, trabalhar duro na prevenção, eliminando de vez essa cultura machista que vivemos, por meio da educação”, disse Fátima.

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